Motorista bêbado acusado de matar mãe e filha no DF vai a júri popular

Acidente aconteceu na madrugada de 11 de maio de 2014, Dia das Mães.
Homem também estava com carteira vencida e acima da velocidade.

O Tribunal de Justiça do Distrito Federal encaminhou para júri popular o caso do motorista embriagado – que também estava com habilitação vencida e dirigia em alta velocidade – acusado de matar uma mulher de 33 anos e a filha dela de 1 ano e 5 meses no Dia das Mães de 2014, em um acidente em Águas Claras. Rafael Yanovick Sadite também responderá por lesão corporal grave.

O acidente aconteceu na quadra 5 do Setor de Mansões Park Way, perto do viaduto do Metrô, na madrugada de 11 de maio. O veículo em que estavam Alessandra Tibal Trino Oliveira e a filha foi atingido pelo rapaz. O marido dela, Leandro Yanovich Adão, e o passageiro de Sadite, Gabriel Faria Oliveira, ficaram feridos.

De acordo com a polícia, o teste do bafômetro feito no acusado indicou uma taxa de 0,5 miligrama de álcool por ar expelido – é considerado crime de embriaguez ao volante um índice igual ou superior a 0,33 miligrama por litro de ar. A polícia diz que ele estava a mais de 100 km por hora – o limite da via é de 60 km por hora.

O motorista foi levado para a carceragem do Departamento de Polícia Especializada depois de ter sido indiciado por homicídio doloso (quando há a intenção de matar). Antes de ser preso, ele foi atendido no Hospital Regional de Taguatinga, com escoriações leves. O passageiro que estava com ele teve fratura nas duas pernas. Atualmente, Sedite estava em liberdade.

Alessandra Tibal Trino Oliveira morreu na hora. A filha dela chegou a ser atendida no Hospital de Base de Brasília, mas não resistiu aos ferimentos. O pai teve ferimentos leves e tinha estado de saúde estável.

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